
(...)Perguntava-se de que valeria a vida sem a Liberdade, e em especial sem o Amor.
Ele a proporcionara o amor que ela sempre sonhara; respeito, pureza, verdade, embora a experiência lhe mostrasse que era surreal. Ele chegara quando ela não esperava, e bagunçava os paradigmas. Detectava seus anseios e sonhos. Os objetivos, iguais. Aos poucos cedia. Era carregada. Lutava contra as incertezas, o vento trazia memórias. Lutava conta as memórias, ele lhe trazia flores. Derretia. A solidão esquivava, e ela cruzava espaços a seu encontro. E quando a reencontrava, sentia-se de todo mundo. Intensamente apreciava a melancolia. Concebia suas ambições particulares, revelava suas intimidades pra si. O que fora, queria novamente ser. Certamente seria melhor agora. Não haveria penas para se fazer valer, Tudo valeria à pena, simplesmente por estar ali.
Experimentava que Seu coração embora intransigente, se preparava para algo além do que poderia compreender.
Verena Rabenschlag